Agora é oficial: início das atividades dia 14 de junho.
Serão 6 parcelas de R$ 30,00 e as aulas acontecerão todos os sábado de junho a dezembro, das 10h às 12h.
Essa é a última semana de inscrições, que devem ser feitas na Casa de Cultura da UEL. Dia 04 de junho tem um encontro para seleção (não eliminatória) e o resultado sai dia 07.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008

Enquanto a Oficina de Choro da Casa de Cultura da UEL não inicia, vamos nos encontrar dia 10 de maio, às 10h, para uma roda de choro! Reencontrar os colegas, relembrar as aulas e tocar junto!
Será na Casa de Cultura mesmo, na Mato Grosso esquina com Celso Garcia.
E uma programação especial para os percussionistas: também às 10h, acontece mais um workshop de pandeiro. O professor convidado é o Duda de Souza, londrinense que atualmente está no Rio de Janeiro. Contribuição simbólica de R$ 5,00.
Será na Casa de Cultura mesmo, na Mato Grosso esquina com Celso Garcia.
E uma programação especial para os percussionistas: também às 10h, acontece mais um workshop de pandeiro. O professor convidado é o Duda de Souza, londrinense que atualmente está no Rio de Janeiro. Contribuição simbólica de R$ 5,00.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Oficina de Choro da Casa de Cultura da UEL
A partir de maio a Casa de Cultura da UEL oferece como projeto de extensão a comunidade, a Oficina de Choro.
Será aos sábados de manhã, das 10h às 12h.
É o movimento do choro crescendo na cidade!
Será aos sábados de manhã, das 10h às 12h.
É o movimento do choro crescendo na cidade!
domingo, 20 de abril de 2008
ATENÇÃO!
O show do grupo Maracutaia que acontece amanhã, dia 21 de abril - feriado, será na CASA DE CULTURA DA UEL (Mato Grosso esquina com Celso Garcia) às 19h, com entrada franca.
O grupo é formado por Luciana Gastaldi (piano), Rosana Moraes (flauta), Bete Frigeri (cavaquinho) e Taciana Bernardi (pandeiro).
O grupo é formado por Luciana Gastaldi (piano), Rosana Moraes (flauta), Bete Frigeri (cavaquinho) e Taciana Bernardi (pandeiro).
sábado, 19 de abril de 2008
III SEMANA DO CHORO DE LONDRINA
http://home.sercomtel.com.br/noticias/0000_noticias.asp?idnot=263241&ed=1
Semana do Choro é destaque na programação musical de Londrina
Começa neste sábado (19) a Semana do Choro de Londrina, trazendo shows, cursos e palestras voltados para a difusão do primeiro gênero musical originalmente brasileiro. A programação vai de 19 a 23 de abril e acontece em três lugares diferentes: no Brasiliano Bar e Cozinha, na Casa de Cultura da UEL e no Calçadão, no centro.Neste ano a semana chega em sua terceira edição graças à paixão e dedicação de sua organizadora, a flautista Rosana Moraes. Desde a primeira edição, em 2004, ela se mantém como a idealizadora da Semana do Choro. Agora, Rosana realiza um grande sonho: pela primeira vez, além da programação artística, serão promovidas palestras e oficinas educativas para leigos e especialistas.O chorinho é um gênero genuinamente brasileiro e surgiu após a chegada da família real ao Brasil, em 1808. Esse acontecimento estimulou músicos cariocas a compor peças que agradassem o "gosto requintado" da realeza, mas sem se esquecer de outros ritmos populares, como o samba. Em Londrina, surpreendentemente o choro é executado praticamente desde sua fundação. Segundo Rosana, há 30 anos já existia um grupo formado exclusivamente por mulheres, sem contar os outros grupos e rodas de choro mais antigas.Uma das intenções do evento é reunir músicos e apreciadores do chorinho nos shows e rodas com grupos londrinenses. No repertório, além dos clássicos de Pixinguinha e outros mestres, serão executadas composições de músicos daqui, como Jayme Vignoli e a própria Rosana Moraes. Confira a programação da III Semana do Choro pelo blog chorolondrina.blogspot.com
Fonte: Máxima Comunicação
Semana do Choro é destaque na programação musical de Londrina
Começa neste sábado (19) a Semana do Choro de Londrina, trazendo shows, cursos e palestras voltados para a difusão do primeiro gênero musical originalmente brasileiro. A programação vai de 19 a 23 de abril e acontece em três lugares diferentes: no Brasiliano Bar e Cozinha, na Casa de Cultura da UEL e no Calçadão, no centro.Neste ano a semana chega em sua terceira edição graças à paixão e dedicação de sua organizadora, a flautista Rosana Moraes. Desde a primeira edição, em 2004, ela se mantém como a idealizadora da Semana do Choro. Agora, Rosana realiza um grande sonho: pela primeira vez, além da programação artística, serão promovidas palestras e oficinas educativas para leigos e especialistas.O chorinho é um gênero genuinamente brasileiro e surgiu após a chegada da família real ao Brasil, em 1808. Esse acontecimento estimulou músicos cariocas a compor peças que agradassem o "gosto requintado" da realeza, mas sem se esquecer de outros ritmos populares, como o samba. Em Londrina, surpreendentemente o choro é executado praticamente desde sua fundação. Segundo Rosana, há 30 anos já existia um grupo formado exclusivamente por mulheres, sem contar os outros grupos e rodas de choro mais antigas.Uma das intenções do evento é reunir músicos e apreciadores do chorinho nos shows e rodas com grupos londrinenses. No repertório, além dos clássicos de Pixinguinha e outros mestres, serão executadas composições de músicos daqui, como Jayme Vignoli e a própria Rosana Moraes. Confira a programação da III Semana do Choro pelo blog chorolondrina.blogspot.com
Fonte: Máxima Comunicação
Violão no Choro

Felipe Barros
Possui bacharelado em violão na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro e cursa mestrado em Etnografia das Práticas Musicais da mesma instituição. Atualmente é coordenador do Ponto de Cultura Synval Silva, projeto do Instituto Trabalho e Cidadania apoiado pelo Ministério da Cultura, e pesquisador do Laboratório de Etnomusicologia da UFRJ, desenvolvendo pesquisa relacionada aos saberes tradicionais e acervos etnomusicológicos. Também atua como músico, produtor e professor de música com interesse específico na cultura popular carioca.
Formação acadêmica
2007 - Mestrando em Musicologia - Etnografia das Práticas Musicais
Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
Orientação: Prof. Dr. Samuel Araújo
2007 - Docência em Ensino Fundamental e Médio
Universidade Cândido Mendes - UCAM
1999 - 2006 Bacharelado em Música – Violão
Universidade Federal do Rio de Janeiro
atuação profissional
Instituto Trabalho e Cidadania
2004 - Atual
Coordenador do “Ponto de Cultura Synval Silva”.
Projeto de pesquisa, formação em arte e articulação de ações culturais nas comunidades da Tijuca. Ação financiada pelo Ministério da Cultura.
Universidade Federal do Rio de Janeiro
2006 - Atual
Mediador dentro do Projeto Musicultura. Ação de formação de acervos locais e pesquisadores residentes nas comunidades do Rio de Janeiro. O projeto é realizado nas comunidades da Maré, Caju e Formiga a partir da parceria entre UFRJ, CNPQ e organizações da sociedade civil (CEASM e ITC).
2005- Atual
Pesquisador no Laboratório de Etnomusicologia da UFRJ. Administração, elaboração de projetos e pesquisa sobre acervos fonográficos e coleções etnográficas.
Instituto Trabalho e Cidadania
2003 - 2004
Coordenador do projeto de arte-educação “Interação”. Ação realizada dentro das comunidades da Reta João XXIII no bairro de Santa Cruz. Projeto financiado por Furnas Centrais Elétricas.
Instituto Pão de Açúcar
2002 -2005
Professor de música no projeto de arte-educação “Acordes da Vila”. Ação financiada pelo Instituto Pão de Açúcar em prol das comunidades de Vila Isabel e Lins.
Instituto Casa do Choro
2003 - 2005
Monitor no projeto Escola Portátil de Música, dirigido por Maurício Carrilho e financiado pela Petrobras.
Instituto Jacob do Bandolim
2002 - 2004
Pesquisador no Instituto Jacob do Bandolim dentro dos projetos de restauração do acervo de Jacob localizado no MIS e na elaboração do website do IJB.
Universidade Federal Fluminense
2000 - 2002
Pesquisador no projeto “Do Quintal ao Municipal”, financiado pelo BNDES e FAPERJ.
Possui bacharelado em violão na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro e cursa mestrado em Etnografia das Práticas Musicais da mesma instituição. Atualmente é coordenador do Ponto de Cultura Synval Silva, projeto do Instituto Trabalho e Cidadania apoiado pelo Ministério da Cultura, e pesquisador do Laboratório de Etnomusicologia da UFRJ, desenvolvendo pesquisa relacionada aos saberes tradicionais e acervos etnomusicológicos. Também atua como músico, produtor e professor de música com interesse específico na cultura popular carioca.
Formação acadêmica
2007 - Mestrando em Musicologia - Etnografia das Práticas Musicais
Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
Orientação: Prof. Dr. Samuel Araújo
2007 - Docência em Ensino Fundamental e Médio
Universidade Cândido Mendes - UCAM
1999 - 2006 Bacharelado em Música – Violão
Universidade Federal do Rio de Janeiro
atuação profissional
Instituto Trabalho e Cidadania
2004 - Atual
Coordenador do “Ponto de Cultura Synval Silva”.
Projeto de pesquisa, formação em arte e articulação de ações culturais nas comunidades da Tijuca. Ação financiada pelo Ministério da Cultura.
Universidade Federal do Rio de Janeiro
2006 - Atual
Mediador dentro do Projeto Musicultura. Ação de formação de acervos locais e pesquisadores residentes nas comunidades do Rio de Janeiro. O projeto é realizado nas comunidades da Maré, Caju e Formiga a partir da parceria entre UFRJ, CNPQ e organizações da sociedade civil (CEASM e ITC).
2005- Atual
Pesquisador no Laboratório de Etnomusicologia da UFRJ. Administração, elaboração de projetos e pesquisa sobre acervos fonográficos e coleções etnográficas.
Instituto Trabalho e Cidadania
2003 - 2004
Coordenador do projeto de arte-educação “Interação”. Ação realizada dentro das comunidades da Reta João XXIII no bairro de Santa Cruz. Projeto financiado por Furnas Centrais Elétricas.
Instituto Pão de Açúcar
2002 -2005
Professor de música no projeto de arte-educação “Acordes da Vila”. Ação financiada pelo Instituto Pão de Açúcar em prol das comunidades de Vila Isabel e Lins.
Instituto Casa do Choro
2003 - 2005
Monitor no projeto Escola Portátil de Música, dirigido por Maurício Carrilho e financiado pela Petrobras.
Instituto Jacob do Bandolim
2002 - 2004
Pesquisador no Instituto Jacob do Bandolim dentro dos projetos de restauração do acervo de Jacob localizado no MIS e na elaboração do website do IJB.
Universidade Federal Fluminense
2000 - 2002
Pesquisador no projeto “Do Quintal ao Municipal”, financiado pelo BNDES e FAPERJ.
produção artística
1999 - 2007
Violonista, arranjador e produtor em gravações de Samba e MPB.
2006 -
Produtor do Disco da Liga das Escolas de Samba de Vitória.
2005 -
Arranjador do Espetáculo “O Maxixe”. Financiado pelo BNDES.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Prof. Rui Kleiner
Rui Kleiner (07/02/1979 – Rio Claro) – compositor, professor, pesquisador e instrumentista – (bandolim, violão tenor, violinha e violino).
Começou na música aos 7 anos, com o violino. Foi integrante e atuante de várias orquestras dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná, com as regências de Ernst Mahle, Cíntia Pinotti, Lutero Rodrigues, Carlos Fiorini, Parcival Módolo, Theo Kapsopoulos, Cláudio Cruz e Julio Medaglia. A partir do ano de 1996 começou seus estudos no violão, como autodidata. Mais tarde iniciou, também como autodidata, os estudos no bandolim (seu principal instrumento), rabeca, violão-tenor, percussão, violinha-tenor e cavaquinho.
Bacharel em música pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estudou harmonia, composição, história, prática, interpretação, análise na MPB e etnomusicologia com Maurício Carrilho, Carlos Sandroni, Luciana Rabello, Cristóvão Bastos, Roberto Gnattali, Guinga, H. J. Koellreuter, Diva de Castro, entre outros. Como bandolinista, passou pelas mãos de Joel Nascimento, Hamilton de Holanda e, atualmente, Pedro Amorim.
É autor do projeto "Memória Popular Brasileira" que visa cultivar a produção cultural do Brasil, além de educar crianças, adultos, profissionais, leigos e amadores a partir da música brasileira. O projeto se estende no campo de palestras, aulas, mostras de filmes, debates, workshops, contatos com artistas de vários gêneros e apresentações, sempre visando a preservação histórica da sonoridade brasileira.
Foi integrante do grupo mineiro “Corta Jaca”, com quem gravou o primeiro disco em julho de 2005, com produção de Maurício Carrilho e Paulo Aragão. O disco o lançou como compositor com a polca “Santa Olímpia” (homenagem a um bairro tradicional de Piracicaba). Tem parcerias com Heron Coelho, Raphael Henrique, Eduardo Macedo, Otávio Martigli, Israel Laurindo e o poeta Ésio Pezzato, entre sambas, choros, polcas, marchas, maxixes, valsas e canções.
Teve passagens por vários festivais como os de Rio Claro, Rio de Janeiro, Santa Bárbara D’Oeste, São Pedro, Curitiba, Londrina e Brasília, e dos Festivais Nacionais de Choro (desde 2004). Já atuou ao lado de artistas como Toquinho, Moraes Moreira, Alessandro Penezzi, Guinga, Fátima Guedes, Maria Alcina, Fabiana Cozza, Adriana Moreira, Inesita Barroso, Alceu Valença, Maurício Carrilho, Mônica Salmaso, Izaías do Bandolim, Cristina Buarque, Zé Renato, Pedro Amorim, Ná Ozzetti, Carlinhos Vergueiro, além de apresentações por todo o país, gravações e participações em vários shows, programas de rádio e TV.
Começou na música aos 7 anos, com o violino. Foi integrante e atuante de várias orquestras dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná, com as regências de Ernst Mahle, Cíntia Pinotti, Lutero Rodrigues, Carlos Fiorini, Parcival Módolo, Theo Kapsopoulos, Cláudio Cruz e Julio Medaglia. A partir do ano de 1996 começou seus estudos no violão, como autodidata. Mais tarde iniciou, também como autodidata, os estudos no bandolim (seu principal instrumento), rabeca, violão-tenor, percussão, violinha-tenor e cavaquinho.
Bacharel em música pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estudou harmonia, composição, história, prática, interpretação, análise na MPB e etnomusicologia com Maurício Carrilho, Carlos Sandroni, Luciana Rabello, Cristóvão Bastos, Roberto Gnattali, Guinga, H. J. Koellreuter, Diva de Castro, entre outros. Como bandolinista, passou pelas mãos de Joel Nascimento, Hamilton de Holanda e, atualmente, Pedro Amorim.
É autor do projeto "Memória Popular Brasileira" que visa cultivar a produção cultural do Brasil, além de educar crianças, adultos, profissionais, leigos e amadores a partir da música brasileira. O projeto se estende no campo de palestras, aulas, mostras de filmes, debates, workshops, contatos com artistas de vários gêneros e apresentações, sempre visando a preservação histórica da sonoridade brasileira.
Foi integrante do grupo mineiro “Corta Jaca”, com quem gravou o primeiro disco em julho de 2005, com produção de Maurício Carrilho e Paulo Aragão. O disco o lançou como compositor com a polca “Santa Olímpia” (homenagem a um bairro tradicional de Piracicaba). Tem parcerias com Heron Coelho, Raphael Henrique, Eduardo Macedo, Otávio Martigli, Israel Laurindo e o poeta Ésio Pezzato, entre sambas, choros, polcas, marchas, maxixes, valsas e canções.
Teve passagens por vários festivais como os de Rio Claro, Rio de Janeiro, Santa Bárbara D’Oeste, São Pedro, Curitiba, Londrina e Brasília, e dos Festivais Nacionais de Choro (desde 2004). Já atuou ao lado de artistas como Toquinho, Moraes Moreira, Alessandro Penezzi, Guinga, Fátima Guedes, Maria Alcina, Fabiana Cozza, Adriana Moreira, Inesita Barroso, Alceu Valença, Maurício Carrilho, Mônica Salmaso, Izaías do Bandolim, Cristina Buarque, Zé Renato, Pedro Amorim, Ná Ozzetti, Carlinhos Vergueiro, além de apresentações por todo o país, gravações e participações em vários shows, programas de rádio e TV.
Uma semana para cair no choro
3ª Semana do Choro começa no sábado investindo na parte didática, mas sem esquecer a importância das rodas musicais
17/04/2008 Ranulfo Pedreiro
Basta uma espiada em uma roda de choro para perceber o espírito coletivo do gênero primordial da música brasileira: os músicos interagem entre si numa trama complexa, hora entrosando improvisos, hora alterando a dinâmica ou até aplicando humor em pegadinhas – musicais, claro – de ataque e resposta. Choro é coletividade, os músicos tocam para si e para os outros, o que importa é o todo.
E nesse todo cabem as experiências de cada um, as manias acumuladas com o passar dos anos, uma escala recém-ensaiada, o mau-humor de quem brigou com a esposa – tudo se reflete na música, desde que se encaixe no espírito da roda.
Essa interatividade garantiu ao choro a capacidade de se renovar. Nascido no século 19, o gênero chega ao século 21 remoçado, com acordes abertos e intervalos inusitados, atraindo novas gerações – que não renegam os mais velhos. É um cenário de efervescência.
ultima = 0;
Uma prova é a 3ª Semana do Choro, evento independente que começa no sábado em Londrina. Idealizado e produzido pela flautista Rosana Moraes, a Semana foi encapada por músicos de de Londrina e cidades como o Rio de Janeiro.
O aspecto didático foi intensificado para refletir uma tendência nacional. O choro está nas escolas, nas oficinas e nas faculdades de música. E, por conseqüência, vem incorporando toda essa carga teórica. A teoria é confrontada com a prática das rodas, que funciona como um filtro do que pode ser aproveitado sem prejuízo da espontaneidade.
“O diferencial deste ano é ter conseguido incluir os cursos. A idéia sempre foi dar formação, seja para o leigo, seja para o músico”, explica Rosana Moraes. Os cursos vão contar com destaques nacionais, como o instrumentista e arranjador carioca Jayme Vignoli.
Além das aulas, os músicos vão se reunir em rodas diárias – onde o aprendizado amadurece e ganha corpo. O encontro é fundamental para o gênero e está arraigado à sua essência.
“No choro, a gente não toca o que está no papel, vem da tradição oral, tem que entender o improviso”, ressalta Rosana. “O choro é um gênero ativo, não é uma coisa fechada. Depende muito da prática, de ouvir, de tocar junto. A cada repetição, incorpora-se a vivência de cada um”, acrescenta.
A 3ª Semana do Choro ganhou apoio da Casa de Cultura da UEL, Gráfica Universal, BR Designer, La Francine’s, Brasiliano Bar & Cozinha, Hotel Blue Tree e Sinamed.
Além da parte pedagógica e artística, o evento também celebra o Dia do Choro (23 de abril, data do aniversário de Pixinguinha) e faz homenagem aos 50 anos de morte de Benedito Lacerda.
Semana do choro
Cursos:
-Violão no choro, com Felipe Barros. Domingo, na Casa de Cultura da UEL.
-Pandeiro no choro, com André Vercelino. Segunda, na Casa de Cultura da UEL.
-Interpretação para solistas, com Rui Klener. Dia 22 na Casa de Cultura da UEL.
-Regional, com Jayme Vignoli. A partir de sábado na Casa de Cultura da UEL.
Palestras:
-Brasileirinho – Exibição do documentário de Mika Kaurismaki com comentários de Rui Klener. Sábado, às 17h, na Casa de Cultura da UEL.
-O choro – Palestra para leigos, com Jayme Vignoli. Domingo, às 16h30, na Casa de Cultura da UEL.
-Estórias da História do Choro em Londrina – Palestra com José Luís Baldy. Dia 21, às 16h30, na Casa de Cultura da UEL.
(As palestras são gratuitas com inscrições no local)
Shows e rodas:
-Sábado: roda às 10h no Calçadão e show com o grupo Café no Sangue às 22h no Brasiliano Bar & Cozinha. (R. Espírito Santo, esquina com Av. Rio de Janeiro).
-Domingo: roda às 18h30 no Brasiliano Bar & Cozinha.
-Dia 21: show do grupo Maracutaia às 19h na Casa de Cultura da UEL.
-Dia 22: show com o grupo Acorde Torto e roda de choro às 20h30 no Brasiliano Bar & Cozinha.
-Dia 23: show de lançamento da Oficina de Choro da Casa de Cultura da UEL e roda de choro, às 20h30, no Brasiliano Bar & Cozinha.
Informações: chorolondrina.blogspot.com.
17/04/2008 Ranulfo Pedreiro
Basta uma espiada em uma roda de choro para perceber o espírito coletivo do gênero primordial da música brasileira: os músicos interagem entre si numa trama complexa, hora entrosando improvisos, hora alterando a dinâmica ou até aplicando humor em pegadinhas – musicais, claro – de ataque e resposta. Choro é coletividade, os músicos tocam para si e para os outros, o que importa é o todo.
E nesse todo cabem as experiências de cada um, as manias acumuladas com o passar dos anos, uma escala recém-ensaiada, o mau-humor de quem brigou com a esposa – tudo se reflete na música, desde que se encaixe no espírito da roda.
Essa interatividade garantiu ao choro a capacidade de se renovar. Nascido no século 19, o gênero chega ao século 21 remoçado, com acordes abertos e intervalos inusitados, atraindo novas gerações – que não renegam os mais velhos. É um cenário de efervescência.
ultima = 0;
Uma prova é a 3ª Semana do Choro, evento independente que começa no sábado em Londrina. Idealizado e produzido pela flautista Rosana Moraes, a Semana foi encapada por músicos de de Londrina e cidades como o Rio de Janeiro.
O aspecto didático foi intensificado para refletir uma tendência nacional. O choro está nas escolas, nas oficinas e nas faculdades de música. E, por conseqüência, vem incorporando toda essa carga teórica. A teoria é confrontada com a prática das rodas, que funciona como um filtro do que pode ser aproveitado sem prejuízo da espontaneidade.
“O diferencial deste ano é ter conseguido incluir os cursos. A idéia sempre foi dar formação, seja para o leigo, seja para o músico”, explica Rosana Moraes. Os cursos vão contar com destaques nacionais, como o instrumentista e arranjador carioca Jayme Vignoli.
Além das aulas, os músicos vão se reunir em rodas diárias – onde o aprendizado amadurece e ganha corpo. O encontro é fundamental para o gênero e está arraigado à sua essência.
“No choro, a gente não toca o que está no papel, vem da tradição oral, tem que entender o improviso”, ressalta Rosana. “O choro é um gênero ativo, não é uma coisa fechada. Depende muito da prática, de ouvir, de tocar junto. A cada repetição, incorpora-se a vivência de cada um”, acrescenta.
A 3ª Semana do Choro ganhou apoio da Casa de Cultura da UEL, Gráfica Universal, BR Designer, La Francine’s, Brasiliano Bar & Cozinha, Hotel Blue Tree e Sinamed.
Além da parte pedagógica e artística, o evento também celebra o Dia do Choro (23 de abril, data do aniversário de Pixinguinha) e faz homenagem aos 50 anos de morte de Benedito Lacerda.
Semana do choro
Cursos:
-Violão no choro, com Felipe Barros. Domingo, na Casa de Cultura da UEL.
-Pandeiro no choro, com André Vercelino. Segunda, na Casa de Cultura da UEL.
-Interpretação para solistas, com Rui Klener. Dia 22 na Casa de Cultura da UEL.
-Regional, com Jayme Vignoli. A partir de sábado na Casa de Cultura da UEL.
Palestras:
-Brasileirinho – Exibição do documentário de Mika Kaurismaki com comentários de Rui Klener. Sábado, às 17h, na Casa de Cultura da UEL.
-O choro – Palestra para leigos, com Jayme Vignoli. Domingo, às 16h30, na Casa de Cultura da UEL.
-Estórias da História do Choro em Londrina – Palestra com José Luís Baldy. Dia 21, às 16h30, na Casa de Cultura da UEL.
(As palestras são gratuitas com inscrições no local)
Shows e rodas:
-Sábado: roda às 10h no Calçadão e show com o grupo Café no Sangue às 22h no Brasiliano Bar & Cozinha. (R. Espírito Santo, esquina com Av. Rio de Janeiro).
-Domingo: roda às 18h30 no Brasiliano Bar & Cozinha.
-Dia 21: show do grupo Maracutaia às 19h na Casa de Cultura da UEL.
-Dia 22: show com o grupo Acorde Torto e roda de choro às 20h30 no Brasiliano Bar & Cozinha.
-Dia 23: show de lançamento da Oficina de Choro da Casa de Cultura da UEL e roda de choro, às 20h30, no Brasiliano Bar & Cozinha.
Informações: chorolondrina.blogspot.com.
terça-feira, 15 de abril de 2008
CHORO NA CASA DE CULTURA
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Semana do Choro
quinta-feira, 10 de abril de 2008
III Semana do Choro de Londrina

Jayme Vignoli
Cavaquinista, arranjador, compositor, é bacharel em Composição pela Uni-Rio. É integrante do conjunto Água de Moringa, com o qual gravou três CDs (o segundo ganhou o Prêmio Sharp de melhor conjunto em 1994). Já se apresentou e gravou com diversos artistas de renome, dentre os quais Paulinho da Viola, Raphael Rabello entre outros. Na Escola Portátil, dá aulas de cavaquinho e é um dos professores responsáveis pela Camerata.
Leia a entrevista do Jayme no site da EPM:
quarta-feira, 9 de abril de 2008
III Semana do Choro de Londrina

Dia 19/04 às 17h na Casa de Cultura da UEL - grátis. Comentários Rui Kleiner.
No documentário “Brasileirinho” se apresentam alguns dos mais renomados músicos e intérpretes da atualidade, como Yamandu Costa, Paulo Moura, Marcos Suzano, Guinga, entre outros. Seus depoimentos, unidos aos belíssimos números musicais, remetem à compreensão da história desse gênero e demonstram o jeito autenticamente brasileiro de tocar o Choro.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Choro em Londrina - reportagem da Folha de Londrina - 08/04/2008

SOM BEM BRASILEIRO - Vem aí mais uma Semana do ChoroEvento será realizado de 19 a 23 de abril em Londrina reunindo rodas de choro, concertos, workshops e palestras. Inscrições para os cursos abrem hoje
Tudo engatilhado para a ''III Semana do Choro''. O evento será realizado de 19 a 23 desse mês em Londrina reunindo concertos, rodas de choro, workshops e palestras. A iniciativa é da Oficina de Música. A programação artística acontecerá no Brasiliano Bar & Cozinha incluindo shows dos grupos pratas-da-casa Café no Sangue e Acorde Torto. Já a programação didática ocorrerá na Casa de Cultura da UEL. As inscrições para os cursos abrem hoje no local e prosseguem até o dia 15, das 10h às 12h e das 16h às 18 horas. ''Nas duas primeiras edições demos destaque para as apresentações. Desta vez, o foco serão os cursos, tanto para iniciados como para leigos'', diz a organizadora Rosana Moraes. Entre as oficinas programadas está ''Violão no Choro'', que será ministrada por Felipe Barros, monitor da Escola Portátil de Música, a famosa oficina de choro do Rio de Janeiro liderada por Maurício Carrilho e Luciana Rabello. Também da Escola Portátil, o cavaquinista Jayme Vignoli foi convidado para comandar a oficina ''Regional de Choro'', além de dar uma palestra sobre o choro. De Piracicaba (SP) virá o bandolinista Rui Kleiner para pilotar a oficina ''Interpretação para Solistas''. Fechando o ciclo de oficinas, o londrinense radicado no Rio de Janeiro André Vercelino (que toca na banda da cantora Elza Soares) será o responsável pelo curso ''Pandeiro no Choro''. O médico e pesquisador musical José Luís Baldy, por sua vez, estará à frente da palestra ''Estórias da História do Choro de Londrina''. ''Ele vai resgatar o que viu e viveu na cidade como um apaixonado pelo ritmo. Será um primeiro passo para resgatar e documentar manifestações e movimentos ligados ao choro já ocorridos no passado de Londrina'', explica Rosana que, aliás, se apresenta hoje à noite com seu grupo Maracutaia no bar Tomate Seco Café Teatro. A abertura da Semana do Choro está prevista para às 10 horas do dia 19, quando será realizada uma roda de choro no Calçadão da Avenida Paraná. No mesmo dia, à noite, será exibido o documentário ''Brasileirinho''.
Nelson SatoReportagem Local Folha de Londrina
Tudo engatilhado para a ''III Semana do Choro''. O evento será realizado de 19 a 23 desse mês em Londrina reunindo concertos, rodas de choro, workshops e palestras. A iniciativa é da Oficina de Música. A programação artística acontecerá no Brasiliano Bar & Cozinha incluindo shows dos grupos pratas-da-casa Café no Sangue e Acorde Torto. Já a programação didática ocorrerá na Casa de Cultura da UEL. As inscrições para os cursos abrem hoje no local e prosseguem até o dia 15, das 10h às 12h e das 16h às 18 horas. ''Nas duas primeiras edições demos destaque para as apresentações. Desta vez, o foco serão os cursos, tanto para iniciados como para leigos'', diz a organizadora Rosana Moraes. Entre as oficinas programadas está ''Violão no Choro'', que será ministrada por Felipe Barros, monitor da Escola Portátil de Música, a famosa oficina de choro do Rio de Janeiro liderada por Maurício Carrilho e Luciana Rabello. Também da Escola Portátil, o cavaquinista Jayme Vignoli foi convidado para comandar a oficina ''Regional de Choro'', além de dar uma palestra sobre o choro. De Piracicaba (SP) virá o bandolinista Rui Kleiner para pilotar a oficina ''Interpretação para Solistas''. Fechando o ciclo de oficinas, o londrinense radicado no Rio de Janeiro André Vercelino (que toca na banda da cantora Elza Soares) será o responsável pelo curso ''Pandeiro no Choro''. O médico e pesquisador musical José Luís Baldy, por sua vez, estará à frente da palestra ''Estórias da História do Choro de Londrina''. ''Ele vai resgatar o que viu e viveu na cidade como um apaixonado pelo ritmo. Será um primeiro passo para resgatar e documentar manifestações e movimentos ligados ao choro já ocorridos no passado de Londrina'', explica Rosana que, aliás, se apresenta hoje à noite com seu grupo Maracutaia no bar Tomate Seco Café Teatro. A abertura da Semana do Choro está prevista para às 10 horas do dia 19, quando será realizada uma roda de choro no Calçadão da Avenida Paraná. No mesmo dia, à noite, será exibido o documentário ''Brasileirinho''.
Nelson SatoReportagem Local Folha de Londrina
sábado, 5 de abril de 2008
taxas
Curso de regional de choro (3 dias): R$ 20,00
Cursos de Pandeiro no choro; Violão no choro; Interpretação para solistas (1 dia): R$ 5,00 cada
Palestras: gratuito
Cursos de Pandeiro no choro; Violão no choro; Interpretação para solistas (1 dia): R$ 5,00 cada
Palestras: gratuito
Inscrições de 08 a 15 de abril
As inscrições para os cursos da III Semana do Choro de Londrina deverão ser realizadas de 08 a 15 de abril, na Casa de Cultura da UEL (Rua Mato Grosso, 537 - esquina com Av. Celso Garcia).
Mas atenção para o horário de atendimento: das 10h às 12h e das 16h às 18h.
Para as palestras, as inscrições serão feitas na hora. Chegue com antecedência para garantir o seu lugar, pois as vagas são limitadas!
Mas atenção para o horário de atendimento: das 10h às 12h e das 16h às 18h.
Para as palestras, as inscrições serão feitas na hora. Chegue com antecedência para garantir o seu lugar, pois as vagas são limitadas!
Pré-requisitos
Regional de choro:
- bom domínio técnico no instrumento;
- solistas deverão ter boa leitura musical;
- instrumentos acompanhadores deverão ter boa leitura de cifra;
- percussionistas que atendam ao primeiro item descrito;
- serão bem vindos instrumentistas que só toquem de ouvido desde que já possuam algum repertório de choro.
Pandeiro no choro; Violão no choro; Interpretação para solistas:
- domínio técnico no instrumento
Palestras gratuitas:
- não há pré-requisitos
- bom domínio técnico no instrumento;
- solistas deverão ter boa leitura musical;
- instrumentos acompanhadores deverão ter boa leitura de cifra;
- percussionistas que atendam ao primeiro item descrito;
- serão bem vindos instrumentistas que só toquem de ouvido desde que já possuam algum repertório de choro.
Pandeiro no choro; Violão no choro; Interpretação para solistas:
- domínio técnico no instrumento
Palestras gratuitas:
- não há pré-requisitos
quarta-feira, 2 de abril de 2008
CURSOS DA MANHÃ - Terça (22/04), às 9h
Solista - Rui Kleiner
Bacharel pela UNICAMP, o violinista e bandolinista piracicabano Rui Kleiner trabalha diferentes aspectos da interpretação pelos solistas no choro. As antecipações na melodia, o tipo de improvisação adequado ao gênero, a tradição oral e o registro pela partitura, estes e outros tópicos serão abordados durante o curso.
Solista - Rui Kleiner
Bacharel pela UNICAMP, o violinista e bandolinista piracicabano Rui Kleiner trabalha diferentes aspectos da interpretação pelos solistas no choro. As antecipações na melodia, o tipo de improvisação adequado ao gênero, a tradição oral e o registro pela partitura, estes e outros tópicos serão abordados durante o curso.
CURSOS DA MANHÃ - Segunda (21/04), às 9h
Pandeiro/Percussão - André Vercelino
André Vercelino, músico londrinense radicado no Rio e integrante da banda de Elza Soares, mostra neste curso as diferentes formas de acompanhar os ritmos do choro ao pandeiro. Polca, samba/choro, maxixe e baião são alguns do ritmos que serão apresentados aos alunos.
Pandeiro/Percussão - André Vercelino
André Vercelino, músico londrinense radicado no Rio e integrante da banda de Elza Soares, mostra neste curso as diferentes formas de acompanhar os ritmos do choro ao pandeiro. Polca, samba/choro, maxixe e baião são alguns do ritmos que serão apresentados aos alunos.
CURSOS DA MANHÃ: Domingo (20/04), às 9h
Violão - Felipe Barros
Mestrando em etnomusicologia e bacharel em violão pela UFRJ, o professor Felipe Barros atuou como monitor da Escola Portátil de Música, a conhecida oficina de choro liderada por Maurício Carrilho e Luciana Rabello. Neste curso ele mostra algumas das levadas para os ritmos do choro, tais como: o maxixe, a polca, a valsa e o schottisch.
terça-feira, 1 de abril de 2008
III SEMANA DO CHORO EM LONDRINA
III SEMANA DO CHORO EM LONDRINA
19/04 A 23/04
Semana do Choro de Londrina tem o objetivo resgatar, incentivar e divulgar o choro, gênero musical genuinamente brasileiro.
19/04 A 23/04
Semana do Choro de Londrina tem o objetivo resgatar, incentivar e divulgar o choro, gênero musical genuinamente brasileiro.
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