quarta-feira, 28 de maio de 2008

Oficina de Choro de Londrina

Agora é oficial: início das atividades dia 14 de junho.

Serão 6 parcelas de R$ 30,00 e as aulas acontecerão todos os sábado de junho a dezembro, das 10h às 12h.

Essa é a última semana de inscrições, que devem ser feitas na Casa de Cultura da UEL. Dia 04 de junho tem um encontro para seleção (não eliminatória) e o resultado sai dia 07.

quinta-feira, 8 de maio de 2008


Enquanto a Oficina de Choro da Casa de Cultura da UEL não inicia, vamos nos encontrar dia 10 de maio, às 10h, para uma roda de choro! Reencontrar os colegas, relembrar as aulas e tocar junto!
Será na Casa de Cultura mesmo, na Mato Grosso esquina com Celso Garcia.

E uma programação especial para os percussionistas: também às 10h, acontece mais um workshop de pandeiro. O professor convidado é o Duda de Souza, londrinense que atualmente está no Rio de Janeiro. Contribuição simbólica de R$ 5,00.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Oficina de Choro da Casa de Cultura da UEL

A partir de maio a Casa de Cultura da UEL oferece como projeto de extensão a comunidade, a Oficina de Choro.
Será aos sábados de manhã, das 10h às 12h.

É o movimento do choro crescendo na cidade!

domingo, 20 de abril de 2008

ATENÇÃO!

O show do grupo Maracutaia que acontece amanhã, dia 21 de abril - feriado, será na CASA DE CULTURA DA UEL (Mato Grosso esquina com Celso Garcia) às 19h, com entrada franca.

O grupo é formado por Luciana Gastaldi (piano), Rosana Moraes (flauta), Bete Frigeri (cavaquinho) e Taciana Bernardi (pandeiro).

sábado, 19 de abril de 2008

III SEMANA DO CHORO DE LONDRINA

http://home.sercomtel.com.br/noticias/0000_noticias.asp?idnot=263241&ed=1


Semana do Choro é destaque na programação musical de Londrina

Começa neste sábado (19) a Semana do Choro de Londrina, trazendo shows, cursos e palestras voltados para a difusão do primeiro gênero musical originalmente brasileiro. A programação vai de 19 a 23 de abril e acontece em três lugares diferentes: no Brasiliano Bar e Cozinha, na Casa de Cultura da UEL e no Calçadão, no centro.Neste ano a semana chega em sua terceira edição graças à paixão e dedicação de sua organizadora, a flautista Rosana Moraes. Desde a primeira edição, em 2004, ela se mantém como a idealizadora da Semana do Choro. Agora, Rosana realiza um grande sonho: pela primeira vez, além da programação artística, serão promovidas palestras e oficinas educativas para leigos e especialistas.O chorinho é um gênero genuinamente brasileiro e surgiu após a chegada da família real ao Brasil, em 1808. Esse acontecimento estimulou músicos cariocas a compor peças que agradassem o "gosto requintado" da realeza, mas sem se esquecer de outros ritmos populares, como o samba. Em Londrina, surpreendentemente o choro é executado praticamente desde sua fundação. Segundo Rosana, há 30 anos já existia um grupo formado exclusivamente por mulheres, sem contar os outros grupos e rodas de choro mais antigas.Uma das intenções do evento é reunir músicos e apreciadores do chorinho nos shows e rodas com grupos londrinenses. No repertório, além dos clássicos de Pixinguinha e outros mestres, serão executadas composições de músicos daqui, como Jayme Vignoli e a própria Rosana Moraes. Confira a programação da III Semana do Choro pelo blog chorolondrina.blogspot.com
Fonte: Máxima Comunicação

Violão no Choro


Felipe Barros

Possui bacharelado em violão na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro e cursa mestrado em Etnografia das Práticas Musicais da mesma instituição. Atualmente é coordenador do Ponto de Cultura Synval Silva, projeto do Instituto Trabalho e Cidadania apoiado pelo Ministério da Cultura, e pesquisador do Laboratório de Etnomusicologia da UFRJ, desenvolvendo pesquisa relacionada aos saberes tradicionais e acervos etnomusicológicos. Também atua como músico, produtor e professor de música com interesse específico na cultura popular carioca.

Formação acadêmica

2007 - Mestrando em Musicologia - Etnografia das Práticas Musicais
Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
Orientação: Prof. Dr. Samuel Araújo

2007 - Docência em Ensino Fundamental e Médio
Universidade Cândido Mendes - UCAM

1999 - 2006 Bacharelado em Música – Violão
Universidade Federal do Rio de Janeiro


atuação profissional

Instituto Trabalho e Cidadania

2004 - Atual

Coordenador do “Ponto de Cultura Synval Silva”.
Projeto de pesquisa, formação em arte e articulação de ações culturais nas comunidades da Tijuca. Ação financiada pelo Ministério da Cultura.
Universidade Federal do Rio de Janeiro

2006 - Atual

Mediador dentro do Projeto Musicultura. Ação de formação de acervos locais e pesquisadores residentes nas comunidades do Rio de Janeiro. O projeto é realizado nas comunidades da Maré, Caju e Formiga a partir da parceria entre UFRJ, CNPQ e organizações da sociedade civil (CEASM e ITC).

2005- Atual

Pesquisador no Laboratório de Etnomusicologia da UFRJ. Administração, elaboração de projetos e pesquisa sobre acervos fonográficos e coleções etnográficas.
Instituto Trabalho e Cidadania

2003 - 2004

Coordenador do projeto de arte-educação “Interação”. Ação realizada dentro das comunidades da Reta João XXIII no bairro de Santa Cruz. Projeto financiado por Furnas Centrais Elétricas.
Instituto Pão de Açúcar

2002 -2005

Professor de música no projeto de arte-educação “Acordes da Vila”. Ação financiada pelo Instituto Pão de Açúcar em prol das comunidades de Vila Isabel e Lins.
Instituto Casa do Choro

2003 - 2005

Monitor no projeto Escola Portátil de Música, dirigido por Maurício Carrilho e financiado pela Petrobras.
Instituto Jacob do Bandolim

2002 - 2004

Pesquisador no Instituto Jacob do Bandolim dentro dos projetos de restauração do acervo de Jacob localizado no MIS e na elaboração do website do IJB.
Universidade Federal Fluminense

2000 - 2002

Pesquisador no projeto “Do Quintal ao Municipal”, financiado pelo BNDES e FAPERJ.



produção artística

1999 - 2007

Violonista, arranjador e produtor em gravações de Samba e MPB.

2006 -

Produtor do Disco da Liga das Escolas de Samba de Vitória.

2005 -

Arranjador do Espetáculo “O Maxixe”. Financiado pelo BNDES.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Prof. Rui Kleiner


Rui Kleiner (07/02/1979 – Rio Claro) – compositor, professor, pesquisador e instrumentista – (bandolim, violão tenor, violinha e violino).

Começou na música aos 7 anos, com o violino. Foi integrante e atuante de várias orquestras dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná, com as regências de Ernst Mahle, Cíntia Pinotti, Lutero Rodrigues, Carlos Fiorini, Parcival Módolo, Theo Kapsopoulos, Cláudio Cruz e Julio Medaglia. A partir do ano de 1996 começou seus estudos no violão, como autodidata. Mais tarde iniciou, também como autodidata, os estudos no bandolim (seu principal instrumento), rabeca, violão-tenor, percussão, violinha-tenor e cavaquinho.
Bacharel em música pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estudou harmonia, composição, história, prática, interpretação, análise na MPB e etnomusicologia com Maurício Carrilho, Carlos Sandroni, Luciana Rabello, Cristóvão Bastos, Roberto Gnattali, Guinga, H. J. Koellreuter, Diva de Castro, entre outros. Como bandolinista, passou pelas mãos de Joel Nascimento, Hamilton de Holanda e, atualmente, Pedro Amorim.
É autor do projeto "Memória Popular Brasileira" que visa cultivar a produção cultural do Brasil, além de educar crianças, adultos, profissionais, leigos e amadores a partir da música brasileira. O projeto se estende no campo de palestras, aulas, mostras de filmes, debates, workshops, contatos com artistas de vários gêneros e apresentações, sempre visando a preservação histórica da sonoridade brasileira.
Foi integrante do grupo mineiro “Corta Jaca”, com quem gravou o primeiro disco em julho de 2005, com produção de Maurício Carrilho e Paulo Aragão. O disco o lançou como compositor com a polca “Santa Olímpia” (homenagem a um bairro tradicional de Piracicaba). Tem parcerias com Heron Coelho, Raphael Henrique, Eduardo Macedo, Otávio Martigli, Israel Laurindo e o poeta Ésio Pezzato, entre sambas, choros, polcas, marchas, maxixes, valsas e canções.
Teve passagens por vários festivais como os de Rio Claro, Rio de Janeiro, Santa Bárbara D’Oeste, São Pedro, Curitiba, Londrina e Brasília, e dos Festivais Nacionais de Choro (desde 2004). Já atuou ao lado de artistas como Toquinho, Moraes Moreira, Alessandro Penezzi, Guinga, Fátima Guedes, Maria Alcina, Fabiana Cozza, Adriana Moreira, Inesita Barroso, Alceu Valença, Maurício Carrilho, Mônica Salmaso, Izaías do Bandolim, Cristina Buarque, Zé Renato, Pedro Amorim, Ná Ozzetti, Carlinhos Vergueiro, além de apresentações por todo o país, gravações e participações em vários shows, programas de rádio e TV.